Candidato a deputado federal por São Paulo

BAIANINHODE MAUÁ

A sinuca não é lazer. É política de Estado.

Da mesa do bairro para o Congresso: transformar o esporte que a periferia já respira em proteção social, saúde, educação, inclusão e renda.

Deputado Federal 4488
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Baianinho de Mauá com o taco
São Paulo · União Brasil 44

Muito além do jogo

A sinuca como transformação social

A sinuca não será tratada como lazer, mas como política de Estado. Integrada à Saúde Pública, à Educação (CTEM e metodologias ativas) e ao ecossistema econômico da periferia, transformaremos São Paulo na capital da inclusão esportiva.

Quem é Baianinho de Mauá

Do caixote à mesa do mundo

Josué Ramalho da Silva nasceu em Paulo Afonso, no sertão da Bahia, em 11 de novembro de 1973. Pegou o taco pela primeira vez aos oito anos, numa mesa de brinquedo. Aos dez, treinava sozinho subindo em um caixote para alcançar o pano.

Aos 13 começou a jogar em bares, escondido da família. Aos 19 desembarcou em Ribeirão Preto para trabalhar como ajudante de pedreiro e descobriu que duas horas de sinuca valiam dois pagamentos. Três anos depois se mudou para Mauá — e ganhou o nome que o Brasil inteiro conhece.

Hoje é o jogador mais assistido do país, com vídeos que passam de oito milhões de visualizações, apresentações em ginásios lotados e o reconhecimento de quem transformou a sinuca de boteco em espetáculo popular.

Baianinho de Mauá segurando o taco
  • 8 anosa primeira tacada, numa mesa de brinquedo
  • 10 anostreinando sozinho em cima de um caixote
  • 1998campeão em todas as modalidades de sinuca
  • +8 milhõesde visualizações em um único vídeo

O projeto

Cinco pilares na mesa

Pilar 1 · Proteção social na periferia

A sinuquinha institucionalizada

A periferia já respira a sinuca. O objetivo é torná-la um vetor oficial de mudança de vida, assim como o futebol ou o jiu-jitsu.

  • Contraturno escolar: implantação de polos de "Bilhar Educativo" nos CEUs e CDCs.
  • Prevenção primária: o esporte tira o jovem da ociosidade das ruas e cria um ambiente seguro, com regras, respeito mútuo e hierarquia.
  • Pertencimento: a sinuca gera engajamento natural e atrai jovens muitas vezes desconectados do ensino tradicional.

A mesa como laboratório

Educação disfarçada de jogo

A sinuca é um laboratório prático de ciências exatas. Ensinar o esporte é ensinar exatamente aquilo que os jovens têm dificuldade na lousa.

  • Física: compreensão visual de fricção, inércia, força e transferência de energia cinética em cada tacada.
  • Geometria e matemática: ângulos de incidência, reflexão nas tabelas e estatística aplicada à probabilidade da próxima jogada.
  • CTEM e metodologias ativas: ensino prático que tira o aluno da posição passiva e o faz aprender fazendo.

Pilar 2 · Saúde pública e terapia

Reabilitação e saúde mental

Retirar a sinuca exclusivamente dos bares e integrá-la aos CAPS e Centros de Convivência de Idosos como terapia ocupacional.

  • Idosos: "xadrez com bolas" — cálculo e memorização funcionando como ginástica cerebral na prevenção cognitiva.
  • Jovens (TDAH e ansiedade): o ritual da tacada exige atenção plena, treina controle de impulsos e foco visual.
  • Fisioterapia: estabilização de tronco, motricidade fina, coordenação olho-mão e caminhada em volta da mesa.

Pilar 3 · Acessibilidade inclusiva

O esporte totalmente adaptável

A sinuca é um dos raros esportes em que pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida competem em mesas plenamente adaptadas. A cadeira de rodas não é impeditivo para o talento nem para o alto rendimento nos feltros.

  • Fomento PCD: integrar São Paulo ao circuito internacional acessível, como a WDBS.
  • Incentivo direto: apoio a torneios paralímpicos estaduais.

Pilar 4 · Equidade de gênero

Precisão superando a força bruta

Na sinuca, inteligência, estratégia e refinamento técnico importam mais que força física. É o ambiente perfeito para a igualdade no esporte.

  • Ligas femininas: combate ao estigma histórico dos salões de jogos, com campeonatos e premiações equivalentes.
  • Inclusão por mérito: mulheres e homens competindo no mesmo nível em torneios abertos.
  • Incentivo do Estado: bolsas para fomentar as novas gerações de jogadoras paulistas.

Pilar 5 · Profissionalização econômica

Do bairro à cadeia produtiva

  • Adequação legal: ajuste da legislação para que projetos de sinuca esportiva acessem editais e recursos da Lei de Incentivo ao Esporte.
  • Economia e eventos: circuito profissional paulista estruturado, turismo esportivo, rede hoteleira, reconhecimento da profissão de atleta de sinuca e inclusão nos Jogos do Interior.
  • Quebra do estigma: combate definitivo à associação com "jogos de azar", posicionando a modalidade juridicamente como esporte de alto rendimento.
  • Centros de treinamento e retiros: centros de excelência, profissionalização de clubes, ligas e federações com gestão transparente, e apoio a ex-atletas em vulnerabilidade.

De São Paulo para o mundo

O Brasil exportando talentos

Reconhecimento internacional

A sinuquinha oficial

O esporte nacional está prestes a dar seu maior salto histórico, com o reconhecimento oficial da sinuquinha pela WPA (World Pool Association) e a criação de uma associação internacional da modalidade.

O Baianinho de Mauá é o embaixador natural desse movimento, validando internacionalmente a nossa identidade cultural e gerando turismo esportivo para o Brasil.

Elite mundial

O domínio no snooker

O Brasil já é potência exportadora de atletas para as ligas mais prestigiadas do mundo, como o circuito inglês da WST.

  • Igor Figueiredo: lenda nacional na elite absoluta do esporte.
  • Noel Rodrigues: representante de peso que leva a nossa bandeira às mesas internacionais.

Base e alto rendimento

A força no heyball

A vertente asiática consolida o Brasil com atletas profissionais e fomenta fortemente a nossa base.

  • Profissionais: Rodrigo Picapau, Victor Sarkis, Yara Rosa e Paula Lugues.
  • Renovação: o Canhotinho Snooker brilha no sub-19, com participações mundiais na Noruega e na Austrália.

Cadeia produtiva

O ecossistema econômico local

Nem todo jovem será o próximo "Baianinho", mas o fomento do esporte movimenta uma cadeia econômica inteira na comunidade, com cursos técnicos para os bastidores.

  • Manutenção: torneiros de tacos, montadores de mesa e especialistas em troca de tecidos.
  • Economia criativa: audiovisual, streaming, edição e locução gerando renda digital.
  • Arbitragem: formação de juízes profissionais e organizadores de eventos.

A política do propósito

Não só um ídolo. Um gestor público.

Ao integrar saúde, educação, inclusão PCD, direitos das mulheres e economia periférica, o Baianinho apresenta a sinuca como ferramenta para estruturar políticas de estado reais.

Onde encontrar o Baianinho

Agenda

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